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Barrako 27 & Denise – Exausto Planeta [Videoclip]


Uma semana depois de lançado o videoclip “100 Normas ” do novo álbum “Sentidos Proibidos“, sai outro, “Exausto Planeta“.

Para ver a letra desta música, clica em…

LETRA:
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Há noites que não durmo
Observando o cosmos
Donde viemos, o que fazemos
Quem apenas somos

Os religiosos falam
Numa história fantástica
Os cientistas já afirmam
Que a história foi trágica

As forças divinas
Que dizem que existem
Sempre deixaram o mal destruir
Tudo o que de bom construíssem

Todas as guerras
E o ódio constante
Não passam de quimeras
Por isso eu não sou crente

Não escapo a tv´s
Nem ás internets
Injectado diariamente
Com notícias tristes

Tanto governante louco
Psicopata, sanguinário
Mais louco quem acredita
Que alguém morreu no calvário

Para salvar algo
Supostamente a humanidade
Da ganância da violência
Da inveja da vaidade

Manipulam mentes
O homem do dinheiro é refém
Soldados que não sabem
Porque matam e porque morrem

Em nome de quem!?
Talvez de um Deus qualquer
Em nome do Pai
De um Espirito que nem existe sequer

Existe o racismo
Quando somos todos iguais
O verdadeiro homem vê-se
Como trata os seus animais

Queimam tudo, cortam tudo
Tudo por interesse
Mas a natureza quer
De volta tudo o que lhe pertence

Nessa luta ninguém vence
A estupidez é o cúmulo
Já morremos
Só falta por a data no túmulo

Refrão

Encontro com a Natureza
A terra e as estrelas
Nós somos como vivemos
E o que damos são certezas
Se vamos ficar por cá
Então faremos melhor
Tratar com mais respeito
A vida que passa em redor

Nem tudo é negativo
Procuro a força no amigo
Na família, nos ideais
Que me mantêm vivo

Mas o aperto sufoca
Na palavra que ninguém tem
Sobre esta terra que é nossa
De onde a gente advém

O bem e o mal
Sempre deram a mão
Sempre houveram os opostos
Que não dão a mão á razão

Os pobres carenciados
São de coração gigante
Dão o que têm e o que não têm
Para ajudar o semelhante

Sugam os recursos
Deste exausto planeta
Saqueado enquanto dura
A tinta da minha caneta

Quantas delas gastei
Sem nunca ser bruxo
A água que falta a alguém
Esbanjada nesse luxo

Largam as bombas
Com assinatura de satã
Voltaremos a ser pó
Ou caroço da maçã

As gerações futuras
Nada terão, isso é seguro
Já não consigo acreditar
Já nem sequer me aventuro

Por vezes desejo
O regresso dos cometas
Caiam raios e coriscos
Em cima desses forretas

Dos que nada fazem
Pelo fraco e oprimido
Essa escumalha, um só olho
O cérebro todo comido

Já nem palavras e acções
Enquanto formos minoria
Já conhecemos o fim
Só falta conhecer o dia

Nesta passagem tão curta
Que cada individuo tem
O seu Deus, a sua fé
Por isso, rezem.

Refrão 2x

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