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RealPunch & Reflect – Vida de Café

Vida de Café” é uma faixa que juntou o RealPunch com o Reis (na produção) e contou ainda com a ajuda do algarvio Reflect. É uma história como muitas outras…

Para ver a letra desta música, clica em… [1ª Parte] eu sou um mero mortal um mero ser que apenas pensa ser normal cansado de uma vida laboral vícios apaziguam-me, sou cliente habitual de um café de bairro onde se juntam uns comparsas onde o vinho faz-me vencedor através de taças onde o vinho faz-me vencer a dor esquecer que sou sonhador esquecer que sou…dá-me uma cerveja que istopassa cansei-me de perseguir objectivos ganhei varizes de esperar sem motivos eu até adorava ser alguém mas até sou alguém, só não dou valor a quem vá lá que nas cartas chegou à minha vez já só espero por isto e pelo fim do mês e o mais engraçado nestas cartas a minha mão é a minha vida, um duque rodeado de espadas [Refrão] Vou ficando por cá sentado com o café na mão a ver o fumo voar o jornal está aberto, o cigarro está aceso e só vejo o tempo passar mudança já não quero esperança já não tenho sou a apatia de viver a apagar sonhos num cinzento [2ª Parte] Hoje faz precisamente 2 anos que ela me deixou pendurado neste mundo, a Cinderela não voltou depois de doze chapadas, tal e qual badaladas porque ela perguntou se eu não mudava nada e ao tomar como ofensa o que era seu por direito levantei a mão e apanhei-a mesmo a jeito e quanto mais gritava, mais odiava o barulho mais do que uma vida, estava em causa o meu orgulho levou o puto porque fui parvo para ela nem sequer teve demoras, foi APAV com ela é um entrave que me gela por completo o coração repleto de emoção debaixo de um tecto com solidão mistura duma rotina e tudo por culpa minha só minha, intimamente corrói-me esta dura sina já, já pensei em planear uma fuga à vida só que vou adiando com prostitutas e bebida [3ª Parte] o que há mais são casos iguais tais factos fazem manchetes e relatos de jornais eu observo tudo isto na minha vizinhança onde o café marca o compasso e a city dança ao ritmo da cerveja que se arrasta pela goela que provoca atitudes de meter a faca na goela e se isso não cala a cadela, ele afasta-se da janela e fica à espera da polícia para trancar numa cela disfruto da cafeína que ao menos a bem me acalma enquanto olho à minha volta e vejo um homem sem alma sabe-se que está vazio pelo brilho do olhar olhar que vai fluindo devagar perdido a divagar penso para mim, “será que vou ser assim?” pregado neste café, passar a viver aqui? nah, tento ser forte, nada me atira na maré da rotina que é vivida numa vida de café

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